segunda-feira, 13 de maio de 2013

ATENÇÃO

8º Ano A, B e C
1º Ano C
2º Ano C e D

As instruções para o trabalho de pesquisa do 2º Bimestre!

CLIQUE NO LINK ABAIXO:

Instruções para o trabalho do 2º Bimestre

segunda-feira, 18 de março de 2013


ATENÇÃO 1º ANO C

TRABALHO EM EQUIPE

Criar um esquema:

     Em grupos de até 5 pessoas, façam uma pesquisa para ampliar os conhecimentos que estão nos capítulos do livro de História de vocês. A partir dessa pesquisa, o grupo irá desenvolver um esquema, seguindo as etapas abaixo:
1-      Definir as ideias principais sobre o assunto;
2-      Definir as ideias secundárias;
3-      Sintetizar essas ideias em frases curtas;
4-      Estabelecer a estrutura do esquema;

ü A estrutura escolhida pode ser EM FORMA DE ITENS, isto é, pequenas frases escritas uma abaixo da outra, precedidas por um símbolo como um traço ou uma bolinha, que servem como marcador dos diferentes temas do assunto. Neste caso, as ideias secundárias podem ficar recuadas e marcadas por outro símbolo.

ü Outra possibilidade de formato para o esquema é o SISTEMA DE SETAS, que fazem a ligação entre as ideias do texto, enumerando as características de cada uma delas, ou relacionando os fatos entre si. As setas são muito importantes, pois podem indicar “levou a”, “provocou” ou “teve como resultado”, indicando as relações de causa e efeito. Ou podem indicar uma relação de reciprocidade, nesse caso se utiliza a seta que aponta para ambos os lados.

ü O uso de CORES DIFERENTES E O POSICIONAMENTO DAS IDEIAS (Exemplo: uma ideia principal no centro e as secundárias organizadas a sua volta; ou a ideia central acima, originando as outras que se organizam abaixo) também são possibilidades de representação do conteúdo por meio de um esquema.

5-      No dia marcado (01-04-2013), cada grupo deve apresentar na sala o seu trabalho. Para isso, podem usar a lousa, cartazes ou slides.

Observações:
§  Os temas serão sorteados em sala;
§  Avaliação individualizada;

terça-feira, 12 de março de 2013

ATENÇÃO 8º ANO A, B e C

Trabalho em Equipe

Criar um folheto turístico das cidades históricas mineiras

     Um folheto turístico apresenta as principais atrações oferecidas em uma cidade, com ele, o turista obtém dados importantes do local e de sua história, além de mapas, informações sobre o acesso ao local, hospedagem, restaurantes, pontos turísticos principais, horários de funcionamento, valor de ingressos, curiosidades...
     As cidades históricas mineiras de Ouro Preto, Mariana, São João Del Rei, Diamantina e Congonhas estão entre os destinos mais visitados do país, e o conjunto arquitetônico reunido nessas cidades está entre os mais apreciados no mundo. Infelizmente, o patrimônio  de algumas cidades, como Ouro Preto, está ameaçado pela ocupação desordenada e pelo descuido dos governos e da sociedade.

Passos para elaborar o folheto turístico:

1- Formar os grupos e sortear a cidade de cada grupo;
2- Pesquisar em jornais, revistas e na internet informações sobre a cidade: localização, curiosidades, pontos e roteiros turísticos (museus, igrejas, rotas de ecoturismo, etc.), atividades culturais, comidas típicas e artesanato local;
3- Escolher os itens mais característicos da cidade e que serão importantes para instigar o leitor a conhecer a cidade;
4- Pesquisar um mapa da cidade, localizando os pontos de visitação e outros locais de interesse do leitor;
5- Selecionar nas fontes pesquisadas, imagens das atrações escolhidas para ilustrar o folheto;
6- Dividir uma folha de sulfite de tamanho A4, em duas ou três partes iguais. REPRODUZIR na folha, o mapa dos pontos principais da cidade, distribuir as informações e as imagens.

OLHEM esses modelos de folhetos ou busquem no Google Imagens:

Data de entrega e apresentação serão definidos em cada turma!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

NADA É LONGE


NADA É LONGE

É o olhar vibrante e curioso do historiador Marco Texeira para cultura Amazônica, Africana e Portuguesa Seus laços e raízes. Suas similitudes e diferenças. Dos ribeirinhos da Manicoré aos do Porto Velho. Da negritude cabo verdiana aos negros, mulatos e brancos manauaras e paraenses. Dos hábitos lusitanos a cultura indígena. Lugares distintos, mas integrados pela língua, pela arte e cinema. 

Direção: Jurandir Costa Fernanda Kopanakis

Edição: Rai Correa

Finalização: Gilmar Santos

Poemas e Textos: Carlos Moreira

Trilha Sonora: Rud Prado Agenor Prado Studio Crianossa 

Apresentação: Marco Domingues Teixeira




CLIQUE NO LINK:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=79yrs80s6gc

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Steve Jobs, o inventor das coisas que você não sabia que precisava


A partir do final da década de 1970 quando Steve Jobs e Bill Gates iniciaram sua história de competição e amizade no incipiente mercado de informática, só um deles soube enxergar o futuro. Era uma era de equipamentos caros, que rapidamente ficavam obsoletos. A Microsoft entendeu que a chave do sucesso seria fazer o comprador transformar esse investimento em ganhos de produtividade e assim dominou o mundo corporativo com seus softwares de apelo individual. Bill Gates anteviu onde aquela indústria nos levaria e venceu a primeira corrida contra a Apple – a da produtividade econômica.

O que Bill Gates não percebeu é que Steve Jobsestava, na realidade, 20 anos à frente daquele futuro. No lugar de desenvolver empresas, ele queria facilitar a vida das pessoas. O Macintosh (era assim, por extenso, que se escrevia o nome do principal produto da Apple), portanto, foi moldado para conquistar mentes e corações dos que precisavam criar: arquitetos, designs, publicitários, cineastas, músicos – era esse o primeiro e fiel público da Apple. O Mac era um equipamento muito mais caro que seu concorrente. Mas para os artistas da criação, o PC com seu Windows eram quadrados demais para fazer frente em funcionalidade, liberdade ou beleza. Envenenados pela mordida na maçã, essa tribo de inovadores fez da Apple uma empresa “cool”, dona de produtos de vanguarda, visualmente atraentes.

Em 1993, quando uma incipiente internet ameaçava reinventar o futuro dos computadores, Bill Gates ficou preso às redes corporativas. “A internet?”, disse ele numa entrevista. “Nós não estamos interessados nela.” Cinco anos se passaram, e ele reconheceu que o futuro havia mudado sem sua participação. “As vezes somos pegos de surpresa”, disse em julho de 1998. “Por exemplo, quando a internet veio, a gente a tinha como quinta ou sexta prioridade.” A primeira vitória de Bill Gates se deu, na realidade, na última corrida do século passado – e agora o resultado dela já não tinha mais importância.

O mundo estava entrando na era Google e em muitos pontos a filosofia da nova gigante do mundo digital era similar à da Apple: facilite a vida das pessoas, seja confiável, ágil, organizado, simples. Processadores cada vez mais rápidos e potentes, servidores baratos e de grande capacidade de armazenamento transformaram a economia e a criatividade: música, texto, fotos, conversas, documentos, vídeos, planilhas, gráficos, jogos (e agora até amizades, namoros, aventuras e viagens) – tudo resumido a bytes, guardado e acessado em qualquer ponto do ciberespaço.

E então o futuro chegou onde Steve Jobs o imaginara mais de duas décadas antes e a Apple saiu na frente na primeira corrida do século XXI – a da economia criativa. Ele mudou os consumos da música com o iPod, da telefonia com o iPhone, da informação e do lazer digitais com o iPad. Steve Jobs liderou uma empresa que inventou muitas coisas que você não sabia que precisava. E daquilo que parecia supérfluo, ele fez uma necessidade de consumo, um instrumento cotidiano, e revestiu-lhe do mais importante: o valor sentimental.

Fonte:
http://colunistas.ig.com.br/lucianosuassuna/2011/10/06/steve-jobs-o-inventor-das-coisas-que-voce-nao-sabia-que-precisava/